segunda-feira, 17 de outubro de 2011

CÁLCULO DA DEPRECIAÇÃO- Método da Linha Reta

Dando continuidade a postagem anterior onde esta apresenta o tema da Depreciação, vamos abordar agora o cálculo da depreciação.
É oportuno salientar que a aplicação da depreciação em edificações, instalações, máquinas e equipamentos é atribuição exclusiva de engenheiros e arquitetos cuja graduação em nível superior e em muitos casos com pós-graduações adquiridas ao longo de sua vida profissional lhe dá esta condição.
Passamos esta informação pois entendemos ser útil  caso  um cálculo de depreciação seja apresentado em regulação de sinistros de property onde o profissional são seja graduado, este "trabalho técnico" é perfeitamente possível que seja impugnado em qualquer instancia se porventura tal trabalho seja levado ao judiciário.

Duas são as técnicas mais usuais quando se faz necessário o cálculo da depreciação:
O Método da linha reta com resíduo aplicado em máquinas e equipamentos.
O Método de Ross-Heidecke aplicado para edificações em geral.

MÉTODO DA LINHA RETA COM RESÍDUO

D = I x (100 - r) / V , onde

D = Depreciação em %
I = Idade atual do bem em anos
r = % residual do bem (valor de sucata)
V = Vida útil do bem

A idade "I" da expressão é obtida quando da perícia do bem ou equipamento.
O valor de "r" é obtido em literatura técnica e leva em consideração o tipo do bem ou equipamento e sua localização em relação aos centros que possam utilizar a sucata.
A idade "V" é obtida também em literatura técnica sendo específica para cada tipo de equipamento e sua utilização bem como a intensidade de sua utilização.

É comum observarmos em laudos de perícia e/ou regulação a atribuição de depreciação sem a apresentação dos critérios que levaram o perito àquele valor. Tal procedimento é incorreto e passa uma sensação a quem analisa que o valor foi simplesmente um "chute".

Na proxima postagem vamos apresentar o Método de Ross-Heidecke








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