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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

INCÊNDIOS PREOCUPA EMPRESÁRIOS DO BRASIL




Do total de três mil pequenas e médias empresas entrevistadas na Pesquisa
Global Zurich PMEs, em 15 países, 8,5% se preocupam com incêndio.
O índice entre as brasileiras (200 entrevistadas) alcança 23%,
ou seja, três vezes mais. Também é o dobro do registrado no segundo
da lista, Espanha, com 11% de registro.
Além disto, a Pesquisa Global Zurich PMEs identifica que o Incêndio
é o tipo de sinistro mais temido pelas pequenas e médias empresas brasileiras.
A Zurich, seguradora que atua em mais de 170 países e é referência
global em Engenharia de Riscos (Risk Engineering), lista pontos de atenção
que podem minimizar as causas. Carlos Cortés, especialista da Zurich
em Gerenciamento de Riscos, exemplifica que não basta atender os
requerimentos mínimos de proteção contra incêndio, pois eles
visam unicamente a proteção da integridade física das pessoas, mas
não tanto do patrimônio. Por outro lado, é relevante que as empresas
recebam consultoria referente a como reforçar a cultura de prevenção
de riscos de incêndio e façam esforços para implementar ações de melhoria.
Enfim, não há melhor resposta a um incêndio que aquele que não acontece.


“Para empresas, um incêndio tem outro agravante.
É importante lembrar que um seguro pode oferecer cobertura para cobrir
perdas em Patrimônio e o que o empresário deixou de ganhar no período
de interrupção (cobertura para Lucros Cessantes). Mas nenhum seguro
indeniza o dano à imagem da empresa e o mercado que se tenha perdido”,
destaca Carlos Cortés, o Head of Risk Engineering da Zurich Brasil.
· DICAS
- PREVENÇÃO
-Reforçar as políticas de controle de fumo.
-Reforçar as permissões de trabalhos de corte e solda, além da análise preliminar de riscos.
-Incluir nos programas de manutenção elétrica a análise de gases dissolvidos para transformadores a óleo e rotinas de termografia infravermelha.
-Implementar programa para a melhoria do housekeeping.
-Reforçar os programas de treinamento em segurança e prevenção de incêndios ao pessoal.
-Atualizar as avaliações dos riscos inerentes às operações.
CONTROLE
-Fornecer sistemas automáticos de detecção de incêndio, além das botoeiras manuais.
-Revisar que as reservas técnicas de incêndio sejam adequadas para o tipo de risco considerando a proteção do patrimônio.
-Fortalecer os planos de resposta a emergência.
-Avaliar a viabilidade de instalar sistemas automáticos de proteção contra incêndio.
-As empresas devem aproveitar as oportunidades de projetos de expansão e de melhoria dos locais para reforçar os sistemas protecionais.
Para mais informações, consulte o site da Risk Engineering: http://www.zurichriskengineering.com.br/
Em tempo: Entre os 15 países pesquisados, a Espanha ocupa o segundo lugar, com a metade da preocupação do Brasil: 11%. Em terceiro lugar vem o México, com 10%. O país menos receoso é a Irlanda, com 3% de apontamentos.
Fonte: Danilo – Agência b9b

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

EXPLOSÕES - COMO ENTENDÊ-LAS

¨Definição:
¤Resultado de uma reação fisioquímica, na qual a velocidade extremamente alta de tal reação é acompanhada por uma brusca elevação de pressão, devido ao fato de a energia liberada pela reação em cadeia ser feita de um intervalo de tempo muito curto para ser dissipada na medida de sua produção.
Glossário Ilustrado – Inspeção, Regulação e Engenharia de Incêndio de Marco Aurélio Gonçalves de Souza:

        Explosões de Líquidos:(Combustão Rápida)
¤O centelhamento elétrico decorrente de eletricidade estática é a maior causa de incêndios envolvendo líquidos inflamáveis. A presença da eletricidade estática decorre de uma falha que é recorrente: A falta de aterramento.

¤Outras fontes de ignição também podem estar presentes nestes tipos de incêndios tais como a presença de cigarros, aparelhos celulares e rede elétrica e de iluminação. 
Explosões de gás:
¤A explosão tem como mecanismo a distribuição da mistura do gás com o ar em uma proporção e em uma proximidade entre as moléculas do gás de do ar que em qualquer ponto desta mistura, com o aparecimento de uma fonte de ignição, a combustão ocorre e em uma velocidade extremamente alta resultando pelo calor da combustão, uma brusca elevação da pressão dos gases e sua expansão. 

GERENCIAMENTO DE RISCO GANHA FORÇA DENTRO DAS EMPRESAS Brasil

GERENCIAMENTO DE RISCO GANHA FORÇA DENTRO DAS EMPRESAS Brasil

AS 20 MAIORES PERDAS NO SETOR PETROQUÍMICO



Fonte: March & Maclennan : Eventos entre 1972 e 2011

PPCI - O QUE É ? QUAL SUA FUNÇÃO ?


Estabelece normas sobre Segurança, Prevenção e Proteção contra Incêndios nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências.
SÃO OBJETIVOS DESTA LEI COMPLEMENTAR
1.- preservar e proteger a vida dos ocupantes das edificações e áreas de risco, em caso de incêndio.
2.- estabelecer um conjunto de medidas eficientes de prevenção contra incêndio.
3.- dificultar a propagação de incêndio, preservando a vida, reduzindo danos ao meio ambiente e ao patrimônio.
4.- proporcionar meios de controle e extinção do incêndio
5.- dar condições de acesso para as operações de Corpo de Bombeiros Molitar do Estado do Rio Grande do Sul.
6.- proporcionar a continuidade dos serviços nas edificações e áreas de risco de incêndio
7.- definir as responsabilidades e competências de legislar em âmbito estadual, respeitando as dos demais entes federados.
8.- estabelecer as responsabilidades dos órgãos competentes pelo licenciamento, prevenção e fiscalização contra incêndios e sinistros deles decorrentes
9.- definir as vistorias, os licenciamentos e as fiscalizações às edificações e áreas de risco de incêndio
10.- determinar as sanções nos casos de descumprimento desta Lei Complementar.

terça-feira, 29 de julho de 2014

ETAPAS DE UMA ANALISE QUANTITATIVA DE RISCOS

Diagrama claro das etapas para quem busca entender um pouco sobre Análise e Gerenciamento de Riscos

ROUBO E FURTO QUALIFICADO DE BENS - CONTINUAÇÃO

Em relação a postagem anterior, vamos fazer alguns comentários em relação do Boletim de ocorrência e outras providências a serem tomadas para uma boa apuração de prejuízo.


  • Boletim de Ocorrência: Deve-se buscar registrar o BO buscando , principalmente, toda a relação de bens furtados ou danificados, registrando com a melhor qualidade possível, ou seja identifica-se o bem sua marca/modelo e sendo possível o ano de aquisição e serial. As quantidades de um mesmo objeto devem ser apontadas. O perito/regulador vai se pautar, para a apuração, neste documento por ser oficial. Portanto se porventura algo foi esquecido, deve-se buscar novamente reabrir o BO e apresentar tais ítens. Devemos evitar listar os bens de forma simplificada como por exemplo : "foram furtados 3 TV's, 2 Ap. de som, roupas, calçados,,,,"
  • Se a relação de bens não se encontra já em poder do segurador quando da contratação do seguro e estes não foram identificados por vistoria prévia, os meios de prova que o segurado possui são as notas fiscais de aquisição, manuais, Ordens de Serviço de reparo ou até mesmo fotografias. Nos ítens de maior valor, esta regra é fundamental.